DADOS COMPLEMENTARES

· O PAPEL DA MÍDIA - É o apoio da mídia que aproxima a cura das vítimas dessa doença. Infelizmente, a própria classe médica ainda desconhece avanços da medicina como este. Isso gera, na maioria das vezes, pessoas frustradas saindo de consultórios sem a orientação correta para o seu drama de suar demais. Como reflexo dessa ignorância, familiares das vítimas também costumam creditar a causa da queixa a distúrbios psicológicos e à ansiedade, repetindo a cantilena dos médicos.

· A IDÉIA DE ESCREVER O LIVRO - Surgiu após a participação dos médicos, com a paciente Regina, no Programa do Jô, em junho de 2001. Com 8 anos de parceria operando nos mais renomados hospitais de São Paulo - Einstein, Sírio-Libanês e São Luiz, além do próprio Hospital das Clínicas - os cirurgiões são fonte de informações permanente da mídia. Mais programas de que já participamos: Mais Você (Ana Maria Braga), Telejornal Hoje, da Globo, Leda Nagle (Globo News), Dr. Drauzio Varella (Canal Universitário) além de entrevistas na revista Isto É, Jornal Agora e Folha de São Paulo.

· A BOA-NOVA - Agora, com o lançamento da obra, publicada pela Editora Nobel, e já disponível nas principais livrarias do País, a autora e seus médicos querem levar a boa-nova - suar em excesso é doença e tem cura! - para toda a população através do livro e do site (www.suandoembicas.com.br), e sensibilizar o sistema público de saúde para investir no aparelhamento de hospitais para a cirurgia. Só no Hospital das Clínicas, em São Paulo, a fila de doentes à espera de uma vaga para cirurgia supera três anos.

· CUSTOS DA CIRURGIA - Foi graças a uma enorme batalha dos médicos e associações de classe dos cirurgiões torácicos e vasculares que os planos de saúde se convenceram da necessidade de cobrir os custos dessa cirurgia; inicialmente, o procedimento foi considerado estético, e os primeiros pacientes tiveram de bancar os custos integralmente.

· A CIRURGIA DE CORREÇÃO da hiperidrose pela simpatectomia torácica videoendoscópica começou a ser realizada no Brasil a partir de 1995. A evolução do instrumental cirúrgico permitiu que o procedimento se tornasse menos invasivo, exigindo apenas 3 pequenas incisões da espessura de um lápis em cada um dos lados do paciente. A cirurgia é realizada em menos de 40 minutos. Os principais serviços médicos do Brasil - hospitais universitários - já realizam a cirurgia, o que precisamos é tornar isso público.


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